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  Há muito tempo, tínhamos vontade de desenvolver um aplicativo de diário de crise para os nossos pacientes. Conhecemos então alunas da PUC-Rio com esse mesmo desejo. Elas desenvolveram o aplicativo com nossa colaboração e, finalmente, o Epilapp está disponível gratuitamente para IOS. Segue o link: https://itunes.apple.com/us/app/epilapp/id1315207396?mt=8 ...

[vc_row row_type="row" use_row_as_full_screen_section="no" type="full_width" angled_section="no" text_align="left" background_image_as_pattern="without_pattern" css_animation=""][vc_column][vc_accordion style="accordion"][vc_accordion_tab title="O Que é Epilepsia?" title_tag="h3"][vc_column_text]É uma desordem cerebral do indivíduo que tem predisposição a ter crises epilépticas. Uma pessoa, para ser diagnosticada com epilepsia tem que: Ter tido pelo menos uma crise epiléptica. Ter muita chance de vir a ter outra crise no futuro. A crise não ter sido provocada por outra condição tratável (exemplo: infecção e diabetes) [/vc_column_text][/vc_accordion_tab][vc_accordion_tab title="O que é uma crise Epiléptica?" title_tag="h3"][vc_column_text]As crises que ocorrem no indivíduo com epilepsia são causadas por problemas na atividade elétrica e química cerebral. Existem diversos tipos de crises epiléticas que se manifestam como...

A epilepsia é uma condição na qual o cérebro tem predisposição a gerar crises epilépticas. Estas crises não possuem uma idade certa para seu início podendo começar em qualquer fase da vida. Existem dois momentos da vida que seu início é mais frequente: na infância e na terceira idade. Na maioria das vezes consideramos como epilepsia a ocorrência de pelo menos de duas crises epilépticas não provocadas com intervalo de 24 horas. Recentemente uma nova definição considera também a possibilidade do diagnóstico de epilepsia mesmo após apenas uma crise caso haja uma chance de recorrência maior que 60% como, por exemplo, ter um eletroencefalograma...

Sabe-se que a maioria das pessoas com o diagnóstico de epilepsia vai apresentar controle satisfatório de crises, entretanto cerca de 30 % apesar do uso da medicação correta vão ter dificuldade em obter controle de suas crises. Após o uso de duas medicações apropriadas e em doses adequadas e um intervalo de 2 anos pode-se considerar que a pessoa tem uma epilepsia refratária, que também pode ser chamada de difícil controle medicamentoso. Nesses casos faz-se necessária investigação mais profunda do quadro do paciente com objetivo de tentar identificar a origem das crises e poder oferecer outras propostas de tratamento além das...

Ressonância magnética de crânio: Exame de imagem indicado em todos os pacientes com epilepsia (salvo algumas exceções). Nos dá informações sobre possíveis lesões ou malformações que podem ser a causa da epilepsia. No entanto, o exame normal não exclui esse diagnóstico.   Eletroencefalograma (EEG) : Exame neurofisiológico indicado em todos os pacientes com epilepsia. Nos dá informações sobre o funcionamento elétrico cerebral e, consequentemente, as descargas epilépticas. É um exame de baixa sensibilidade (em torno de 30%), mas de grande especificidade.Isso quer dizer que um exame normal não exclui o diagnóstico de epilepsia, mas um exame com descargas epilépticas não deixa dúvida...

O que fazer? -É importante reconhecer a crise. Existem diversos tipos de crises e algumas podem ser difíceis de serem reconhecidas, por isso é importante que as pessoas que convivem com o paciente com epilepsia saibam como são suas crises habituais para que possam socorrê-lo prontamente. - Controle o tempo de duração da crise. A maioria das crises dura, em média, entre 2-3 min enquanto algumas só duram alguns segundos. Se a crise durar mais de 5 minutos, chamar uma ambulância. - Mantenha o paciente seguro e confortável. Remova objetos que possam machucá-lo, certifique-se que ele não bata com a cabeça no chão....

SUDEP, sigla para designar morte súbita em epilepsia, significa morte inesperada, súbita, não traumática, em uma pessoa com epilepsia, associada ou não a uma crise. Na avaliação pós mortem não há indícios de causas anatômicas ou toxicológicas que justifiquem. Ainda não se conhece o mecanismo responsável, porém existem evidências relacionadas a mecanismos autonômicos, pulmonares e cardíacos. A incidência varia de 1-2/1000 em pessoas com epilepsia, a 3-9/1000 naqueles com crises refratárias. Mesmo sem se conhecer o mecanismo fisiopatológico do SUDEP, sabe-se que existem pessoas com maior risco de desenvolvê-lo. Os principais fatores de risco conhecidos são: ● Início precoce da epilepsia ● Uso de...

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